terça-feira, 15 de janeiro de 2008

SITUAÇÕES MÓRBIDAS





Brasil
• O jornal Folha de S.Paulo publicou que no Rio de Janeiro, um carro funerário bateu numa mureta da ponte Rio-Niterói e o caixão com um corpo que estava sendo carregado caiu na pista e quebrou. A polícia teve que interditar a via até que outro carro funerário chegasse com novo caixão para retirar o morto do local.

Inglaterra
• Um coveiro cavou a própria cova sem querer. O jornal The Mirror informou que o homem de 68 anos caiu numa cova de cerca de dois metros que havia acabado de cavar, bateu a cabeça e morreu.

Japão
•Por 13 anos um japonês manteve o corpo de seu pai congelado esperando que ele ressuscitasse. O cadáver foi encontrado pela polícia em julho de 2001, depois que os vizinhos reclamaram do mau cheiro.

Peru
•Os amigos de Olga Rivas queriam prestar uma homenagem à companheira de bebedeiras realizando seu velório em um bar. Levaram o corpo e o colocaram sobre uma mesa, diante do olhar estupefato dos clientes presentes. Mas cometeram um pequeno erro. O cadáver em questão não era Olga. Os beberrões se confundiram e pegaram o corpo errado.

República Dominicana
• Em julho de 2001, Leonardo Crisóstomo, um motorista de táxi, saiu para trabalhar e quando voltou, dois dias depois, descobriu que sua família havia velado e enterrado um homem cujo corpo fora reconhecido como sendo seu. Os parentes haviam feito o reconhecimento do homem morto.

República Tcheca
• Os funcionários do correio da cidade tcheca de Brno estranharam um pacote postado em Praga no dia 16 de agosto de 2001 e que ninguém havia ido retirar. Como cheirava muito mal, o pacote foi aberto e descobriram dentro dele uma perna e um braço humanos.

Rússia
• Em abril de 2001, o jornal Moskovski Komsomolets, de Moscou, publicou que uma russa chamada Liubov Sozinova levou sete anos para anunciar a morte de sua mãe. Nesse tempo todo, o corpo ficou escondido embaixo de um colchão no apartamento da mulher, que sofre de depressão. O cadáver estava mumificado e enrolado em papel celofane.

•Segundo o jornal russo Pravda, em outubro de 2001, um homem foi obrigado a dividir o apartamento com um colega morto durante uma semana. Maksim Khalmatov morreu durante o almoço, sentado numa cadeira e com um garfo na mão e lá ficou porque a polícia não tinha carro para retirar o corpo e a prefeitura se recusou a remover o corpo.
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