quinta-feira, 7 de agosto de 2008

RESENHA TRANSFORMERS



Essa resenha demorou muito a sair porque após baixar, coloquei este filme na pasta dos pornôs que tem mais de 347 Gigas de filme de sacanagem e foi f*da pra achar.

Logo de saída, uma p*ta falação e pra piorar, percebo que essa falação NÃO É DO FILME. É que essa versão foi um piratão gravado por uma câmera escondida em um cinema. Então é um tal de cabeção passando na frente e neguinho pedindo pipoca que é dureza. Comecei bem.

Um voz cavernosa que mais parece um sintetizador dos anos 70 começa a contar que ha muito tempo atrás, em uma galáxia muito distante... Não... Peraí. Essa é outra história. Na verdade, a tal voz diz que antes da contagem do tempo, havia o cu... digo cubo, e que o bagulho era capaz de criar vida não importando qual o nível de cabulosidade da bocada. Isso iniciou um tempo de harmonia e paz em que todo mundo era Telettubie ou Ursinho Carinhoso. Mas uns sujeitos que não queriam se encaixar em estereótipos gays de décadas passadas, iniciaram uma guerra por absoluta falta de ter o que fazer. O resto eu não entendi direito. Parece que o mesmo cubo que criava vida agora queria destruir legal, destruir legal, destruir legal, destruir legal, destruir legal, destruir legal, destruir legal, destruir legal, e estava indo para a Terra.

Corta para helicopteros, soldados, areia e o negão do Velozes 2 que pelo jeito só esta lá para tirar a impresão que gastaram tanto com efeitos especiais que não sobrou grana pra contratar atores conhecidos.

Cara, eu vi. Não acreditei, voltei a cena e vi de novo. Num baita cebário de exército, tanques, etc... Tem no lado direito. UM MOLEQUE COM UMA BOIA INFLÁVEL AMARELA EM FORMATO DE BICHINHO. Os produtores só podem estar de sacanagem.

Bastante falação de m#rda depois, um helicoptero desconhecido pousa na base (Que eu ainda não descobri onde é!). Então, o helicoptero vira um robozão e em uma cena que não dá pra entender o que está acontecendo, já que esse bund@ mole desse diretor acha que câmera tremendo é sinônimo de ação, o Robozão dá um pau nos militares e umas bicas em uns tanques que saem voando. Interessante notar a quase obsessão do cara que montou o filme para que não seja possivel ver direito o robô. É câmera tremendo, raios. flashs, areia, cenas sem luz...etc. Tremenda palhaçada, pois o design dos robôs ja tinha vazado pela internet meses antes e todo mundo já sabia como eles eram.


Agora vemos uma sala de aula de manés olhando outro Mané explicar quem era o ilustre desconhecido do seu avô para todos, inclusive para o seu professor que na verdade é o Talb, um dos assistentes do Dr. Gregory House. A coisa toda descamba para um flashback de 1897, mas que na porca legenda que colocaram no piratão que assisti, estava como “1997”, onde., por pura falta de ter o que fazer, o seu avô estava tentando pela 41ª vez chegar ao ártico de barco. O que, por si só já é um record. Quantas pessoas conseguem fracassar 40 vezes no que quer que seja? 

O avô do cara era uma espécie de precursor dos Losers que conhecemos hoje. E forgado, porque colocou a negada toda pra cavar neve e ficava só de lado gritando com os caras da tripulação feito uma bicha velha. Aliás, cabe notar que, se em 1897 o avô do cara já era velho, quantos anos tem o Pai do Mané, que é um adolescente hoje? 120? To achando que aquele na verdade era o Bisavô do cara e que a legenda porca acaba de e pregar outra peça. Por falar em peça, a apresentação diante da classe era só pra vender tranqueiras no E-Bay e conseguir comprar um carro pra ver se come alguém.

Como bom FDP trollador que é, o pai do cara zoa com ele antes de leva-lo a uma concessionária de sucata... digo, carros, onde Bosley das Panteras é o vendedor e não para de falar trocadilhos infames em inglês enquanto mostra sua educada mãezinha para os compradores e tenta convence-los que as tranqueiras que ele tem pra vender são tesouros.

Interessante notar que no filme “Herbie, meu fusca turbinado” a menina deixa de comprar um esportivo da década de 70 pra comprar o fusca, devido a truques usados pelo mesmo, ao passo que aqui acontece exatamente o contrário. Claro que a tecnica de usar uma rajada supersônica para chamar atenção foi bem menos sutil do que a do Herbie. (Que pode ser também um transformer disfarçado de veículo. Vai saber!)

Tá dureza. Quem legendou essa m*rda tem inglês pior que o meu e Português sofrível. É o tipo de cara que traduz “Newspaper” como “papéis novos” e She must go” como “Ela mastigou”...

O secretário de defesa americano aparece tocando terror e o Mané sai com seu carro a diesel (Pela fumaça, só pode ser) pra ser zoado por um fortinho e uns soldados estão perdidos no deserto discutindo o que chutou a poupança deles. Nota – se que além do negão, tem também uma cara que participou da cena inicial de racha do Velozes 2 entre os soldados.
Bacana o xaveco do fortinho pra tentar comer a mina de olhos azuis:

Meu carro tem rodas grandes. Vamos pro banco de trás?



Eu não faria melhor. Pena que não rolou. O carro dá uma força (Coisa que não causa nenhum tipo de estranheza no protagonista), e após um bizarro diálogo sobre carros grandes e atributos físicos avantajados, a mina confirma que o cara é tão insignificante que eles estudam juntos desde o primeiro ano e ela nunca o notou. Pior que isso só se dissesse que ele tem pinto pequeno. Enquanto o carro paga de cupido, a insistência do cara em dizer que nada daquilo é de proposito e que ele não é romântico nos leva a desconfiar que ele não é lá muito chegado na fruta. A mina prova que é muito mais macho que o dono do carro e dá uma geral no motor enquanto o bolha baba. Como eles saíram ao de dia e chegaram à noite, imagino que ela more longe paca. Como todo pobre, aliás.

Um robozinho muito do sacana tenta espalhar um virus pelos comptadores dos states, toca um p*teiro no avião presidencial e ainda dá fuga com uma viatura da policia. Se depender desse tipo de segurança, Obama tá na roça.

Roubaram o carro amarelo do Mané. Como ele ainda não usou o carro pra comer ninguém, sai desesperado de bicicleta atrás, quase é comido por cachorros (No bom sentido, de fora pra dentro, no sentido gatronômico) e é preso. Enquanto isso ocorre a velha cena clichê da Mocinha / Mocinho que quer avisar as autoridades sobre o perigo e sua natureza, mas ninguém lhe dá ouvidos, primeiro com a loira no pentágono, depois com o mané na delegacia.

Cena com soldados tomando outro pau de um robô. Interessante notar como militares treinados reagem exatamente igual a todo, atirando a esmo, correndo e grintando exatamente como qualquer um de nós faria. Esperava mais do exercito americano. A cena do telefone é absurda. A não ser que estivesse com uma séria debilidade mental, o telefonista notaria imediatamente a urgência da ligação. A treta só acaba quando aviões praticamente botam o lugar abaixo matando mais gente que os robôs. Eficiência é isso aí.


A loira, que se importa mais em provar que esta certa do que com sua carreira, vai procurar um hacker gordinho (e tosco) que mora com a mãe pra quebrar o codigo de comunicação desconhecido. Ambos são presos pelo FBI. Mas convenhamos, se no mundo real houvesse essa eficiência, não haveria crimes nos estados Unidos. Mas ao mesmo tempo que são impossivelmente eficientes para pegar os dois, são absurdamente obtusos para achar que eles eram os culpados pelos ataques.

Após ser perseguido por carros sem motorista tomar um capote e passar vergonha de novo, o mané com sua bicicleta rosinha, toma outro capote, é perseguido por um robozão preto, derruba a gostosa, e é salvo pelo carro amarelo, dando inicio a uma perseguição nervosa e a uma treta de robôs, onde, pra variar, não se entende o que está acontecendo. (A câmera treme tanto que fiquei até com nauseas.) O mané (Que acabo de descobrir, se chama Sam) descobre que o carro amarelo é um robô que vai protege-lo, e proveita pra convecer a gostosa a sentar no seu colo, que segundo ela é macio (Macio = Mole). Vai um viagra ai amigo?

De uma maneira que eu não entendi direito, o carro amarelo passa de um Camaro 70 pra um 2008 enquanto aerolitos entram na orbita da Terra arregaçando tudo, transformando-se em robôs e sendo confundidos com a fada dos dentes. A transformação do robôs é fantástica, embora confusa demais. Após uma série de apresentações, comentários constrangedores, e videoclipes holograficos, ficamos sabendo que o avo Loser do mané fez uma p*ta cag*da achando Megatron (O Chefe dos malvados) e ativando um localizador que imprimiu em seus oculos um tipo de mapa pra achar o bagulho que pode reiniciar a guerra dos robôs aqui na Terra. Os mesmos oculos que o imbecil do Sam quer vender na Internet.


E começa a correria atrás dos óculos, enquanto o hacker gordinho (Um frouxo de marca maior por sinal) e a loira tentam provar que não fizeram nada e ainda falar com o secretário de defesa. De preferência antes de serem enrabados. A busca pelos oculos nos leva a uma cena no Jardim do Sam longa e sem graça que nem vale apena comentar, que acaba terminando na prisão de Sam por uns agentes malas que passam uma baita vergonha nas mãos dos Autobots durante o resgate do Sam e duramte o subsequente interrogatorio para saber onde é o tal setor 7.

Muita treta depois, o robô amarelo (Bumblebee) foi capturado pelo governo e na confusão os Autobots conseguiram os óculos do véio pederasta e os Windows 95 do departamento de defesa americano começam a dar pau todos juntos e com eles caem todas as comunicações mundiais. Pelo jeito o bug do milênio chegou 8 anos atrasado.

O secretário de defesa descobre que o Toba da humanidade esta na reta e pra dividir a responsabilidade pelas m*rdas que fez chama o hacker gordo e virgem e a loira inexpressiva para aconselha-lo.

Os Autobots descobrem onde está o cu...digo...cubo e chegando à base militar, o Mané faz tantas exigências para contar o que sabe sobre os robôs que só faltou ele exigir o perdão judicial de todos os processos de Paulo Maluf e julgamento pelo conselho de ética do senado pro Juiz Lalau.

Dentro da base, tem um robozão congelado que já esta lá a uma caraiada de tempo, e cuja tecnologia foi usada para desenvolver Lasers, Microships, Lancheiras da Hello Kitty e discos de Sandy e Júnior entre tantas outras tranqueiras que tornam a vida moderna um arraso. Este robozão é Megatron, e pelo que entendi,e ele é f#da. Além dele, tem uma p*ta caverna cavernosa que não pode ser detectada por nada neste mundo. Talvez, exceto, pelo robozinho abelhudo que entrou de migué na base e deu o X9 do lugar rapidinho.


Por meio de uma experiência com um celular, descobrimos que os tais cubos de energia podem fazer qualquer aparato mecânico (Coisa que um celular não é) virar robô. Diante de tal constatação, não posso deixar de pensar em qual seria a mutação provocada no toca fitas Tojo que esta no corcel 77 do meu pai caso ele fosse exposto a tal energia. Aposto que ia chutar a bund@ de qualquer Iphone, Nokia ou Android.

Os robôs do mal já chegam botando pra f*der e o pequeno robô abelhudo desliga o gelo seco começando a degelar o Megratron, mas os humanos nem notam porque estão ocupados dando pancada e ameaçando com armas uns aos outros. Tanta pancada ajuda a liberar o Bumblebee. Megatron se descongela e, lógico, sai quebrando a p*rra toda.

Nesse momento, várias coisas acontecem, então vou dar só uma prévia: Treta, pancada, destruição, capotagem, trombada, perseguição, tiroteio, explosão e o resto eu não vi porque a câmera ficou tremendo. Ah sim! Bumblebee perdeu as pernas e passou o cubo pro mane (Sam).

Cena de robô rolando em Bullet Time.

O pau continua fechando. Sam sai correndo com o cubo e a gostosa rouba um guincho e sai arrastando o Bumblebee (Aliás... Bumblebee não era um fusca no desenho?)


Megatron e Optimus Prime saem no tapa sem dar importância para coisas como ação e reação, física básica ou mesmo gravidade. É completamente impossível entender o que está acontecendo. Parece briga em forró. As lutas para defender Sam enquanto ele corre com o cu...digo...cubo seguem a mesma (falta de) lógica.

Após muita (Mas Muita MESMO) destruição, chegamos a uma situação em que Prime quer se sacrificar para destruir o cubo colocando-o em seu peito. Cabe aqui uma parêntese para citar algo que me chamou a atenção. Optimus disse que aprenderam inglês pela internet. (A conexão deles deve ser f*da para pegar fora do planeta. Aposto que é algum plano para empresas), mas como o Megatron aprendeu inglês se ele estava congelado desde bem antes de existir internet? Bom... deixa pra lá...

O Sam dá uma de Loko e no ultimo segundo ao invés de colocar o cubo no peito de Prime, atocha o bagulho no peito do Megatron, que, é claro, se f*de lindamente levando a p*rra do cubo pros quintos dos infernos . Bumblebee pede pra sair...digo... ficar com Sam (Mas não era a gostosa quem tinha de fazer isso?).

A tralha do setor 7 literalmente foi por água abaixo, os transformers passaram a viver ocultos por aí e pelo jeito Sam vai dar a primeira bimbada de sua vida.

Cara, mais de duas horas de filme e se você me der uma lista de fotos dos robôs e me mandar dizer quem é que eu não saberei. O design truncadão dos robôs mais as cenas de câmera quase psicótica me impediram de memorizar a aparência deles.

Aliás, esquecer é algo que cai bem para todo o resto deste filme não deixe de perder.

Em lugar de assistir Transformers, recomendo filmes bem melhores com roteiros mais bem escritos, direção mais competente e atuações mais convincentes. Tais como.


Super Xuxa contra Baixo astral.
O Ataque dos Tomates assassinos
Qualquer um do High School Musical.
Qualquer um dos Teletubbies
Qualquer um da sessão da tarde.
Mas compre o DVD sim. Queima-lo pode te dar um sorriso no rosto que durará horas.
Se bem que Maconha dá o mesmo efeito.

Quer saber? Fume maconha ou corte os pulsos com uma faquinha de plástico de rocambole Pullman. Ainda é melhor que assistir este filme.


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