sábado, 11 de abril de 2009

A HISTORIA DA APROVAÇÃO NA OAB PARTE 2



Assim, nem preciso dizer que quando chegou a hora do exame eu estava ultra pilhado. Serenidade interna, zero. Como eu tinha feito peças sem parar resolvi me apoiar na peça. Após 4 horas fazendo a maldita peça, percebi que não tinha nem ao menos olhado as questões (A prova da segunda fase é composta de 1 peça profissional que é baseada em um problema que te dão. A Peça vale até 5 pontos, e em 5 questões que valem 1 ponto cada. São necessários 6 pontos para passar)... Assim, eu tinha 1 hora para fazer 5 questões dificílimas e não estava nem mesmo com livros adequados pra isso. (Fui descobrir na hora da prova). Assim, após 4:50 de prova joguei a toalha, deixando até mesmo questões sem respostas. E não havia uma única questão que eu tinha certeza do que respondi. Fods.

Tudo bem. Eu esperava a reprovação, mas p*rra, 2 PONTOS! Eu tinha acertado a peça, o endereçamento, a tese, a jurisprudência... Nas questões não esperava nada, e como dizia o profeta: “De onde menos se espera daí é que não sai p#rra nenhuma mesmo”, e como bombei de forma indiscutível nas questões, oficialmente, após meses do mais insano estudo, entrei pra gorda estatística dos f#didos pela OAB.

Nem preciso dizer que o meu mundo caiu. Todo mundo ta pronto pra decepção, mas o que pega é a dose. Ninguém coloca meses de sua vida em algo e simplesmente fica impassível quando tudo vai pro caray que o parta. Assim, munido da revolta que Deus e a OAB me deram, mandei tudo à m*rda e fui ganhar algum dinheiro. Eu tava f#dido, a meses não sabia o que era grana e tinha acabado de descobrir que a p*rra toda tinha sido em vão. O que fazer?

(Continua)
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