domingo, 12 de abril de 2009

A HISTORIA DA MINHA APROVAÇÃO NA OAB PARTE 3



Resolvi comprar uma moto fuleira (CG 84) e trabalhar de motoboy enquanto estudava. Mas me f*di. A b#sta da moto não parava de quebrar. Praticamente paguei pra trabalhar durante meses com aquela ximbica. Era conserto todo dia (Sem exagero).

E nessa balada eu fui me f*dendo e arriscando o couro durante uns 5 meses até que fiz amizade com um pessoal de uma construtora e fui convidado a trabalhar com eles. Era minha salvação da m*rda de ser motoboy. Até parece!

O pessoal daquela construtora era tão xarope, mas tão xarope, que em dois meses eu estava louco pra voltar pra rua! E em três, voltei. Não vou entrar em detalhes, mas trabalhar nesta construtora do qual não vou citar o nome provavelmente foi a pior coisa que fiz em minha vida profissional. E olha que minha vida profissional sempre foi uma m#rda.

Aquela construtora me deus duas felicidades. Uma quando entrei, e outra. Imensamente, gigantesca e descomunalmente maior, quando saí.

Voltei pra rua, com outra moto. Uma CG 99. As quebras diminuíram, mas acabei chegando à conclusão que aquele negócio de motoboy não era pra mim. Fora o fato de eu ter curso superior (O que me dava um Atestado de perdedor por trabalhar em algo tão fuleiro), ainda tinha um aspecto do trabalho de motoboy que muito me irritava. Você chegava na p*rra da firma de motoboy às 8 da Matina. Ficava o dia inteiro na rua. Quando chegavam as 5 horas da tarde, sempre tinha um feladap*ta do escritório de alguma empresa que te dava uma entrega la na casa do caray, com um trânsito infernal. Aí essa pessoa após f#der sua vida colocava a bundinha no carrinho dela e ia pra casa, e você ia chegar em casa só la pelas 9 da noite. Se tiver sorte.

(Continua)
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